sábado, maio 29, 2010

Moradias "coisa fina"














Enviado por Binho

Marias futriqueiras



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Essas mulheres...





Ilha de Páscoa, suas belezas e seus mistérios...


A Ilha de Páscoa é um dos maiores mistérios da humanidade e desperta uma das maiores fascinações dos turistas. Vários historiadores tentam há anos desvendar esses códigos secretos que possam conter informações valiosas sobre a ilha mas acreditam que seja impossível decifrar as escritas em tábuas de madeira.

Fica localizada na Polinésia Oriental e pertence ao Chile.Foi descoberta no domingo de Páscoa de 1722 pelo holandês Jacob Roggenven.

Os Moais são estátuas gigantescas,que chegam a pesas até 50 toneladas e ficam distribuídas em todo o território da ilha.


O maior Moai, Paro, chega a 22 metros de altura e está inacabado. Existem mais de 300 estátuas e é o grande atrativo da reagião, apesar da beleza natural e mística da ilha.



Dizem que o terreno se formou por causa da erupção de seus três vulcões, cada um a seu tempo: Poike, a leste, há 3 milhões de anos; Rano Kau, a sudeste, há 1 milhão de anos; Maunga Terevaka, há 300 mil anos. Depois das larvas esfriarem, tudo que restou foi um imenso paraíso, que logo quando descoberto pelo homem foi reconhecido como uma obra-prima da natureza.

Quase 4 mil km a oeste da América do Sul e 2 mil km a sudeste de Pitcain, a ilha habitada mais próxima, Rapa Nui é também conhecida como o umbigo do mundo, e era vista pelos antigos polinésios como um dos chakras do planeta. Também pudera: a ilha tem um formato triangular, e um vulcão em cada uma das pontas.

Sua area é pequena: 116 km quadrados. Mas a relevância dos monumentos que ela guarda em seu território, é grandiosa. Rapa Nui ficou famosa mundialmente pelos seus fascinantes moais, estátuas de pedra com formas humanas. São mais de mil estátuas espalhadas pela ilha, algumas realmente grandes.

Descendentes dos antigos habitantes chamam atenção para os grandes poderes da ilha e encaram os moais como representações que os extraterrestres deixaram para sinalizar sua visita ao lugar. Destacam também o fator astronômico, lembrando que o olhar das estátuas não contempla o horizonte, mas sim a lua e suas fases.

Um dos moais mais conhecidos e visitados são os de Ahu Tongariki, um antigo centro cerimonial de Rapa Nui, com 15 estátutas de cerca de 50 toneladas cada uma.




Outro é de Ahu Akivi, um conjunto de 7 estátuas localizadas no centro da ilha.



Um destino realmente interessante é o Orongo


Um espaço cerimonial importante para os antigos habitantes. Era lá que o povo se reunia para escolher o futuro Tangatamanu (Homem-Pássaro), responsável pelo governo de Rapa Nui.

O vulcão Rano Raraku também é um local que merece uma visita. São cerca de 300 estátuas prontas ou por acabar em suas imediações. Inclusive o maior moai da ilha está lá, preso a uma pedra.



Já o vulcão Rano Kao tem uma paisagem impressionante: uma cratera coberta de verde cheia de lagos por dentro.




Outro grande atrativo de Rapa Nui são suas inscrições nas pedras, com imagens retratando rituais antigos e animais sagrados. Comunicação de um povo ancestral que continua resistindo ao tempo nas pedras e grutas da ilha.




E para os amantes de praia, uma dica: Anakena.
A praia é uma das únicas que podem ser visitadas de perto em Rapa Nui, pois grande parte do litoral, além de inacessível, é coberto de pedras e sem areia.



Rapa Nui, apesar de tão distante, está sob controle do Chile. O único aeroporto da ilha fica em Hanga Roa, um vilarejo da ilha. E quando os turistas chegam, os nativos fazem uma amistosa recepção oferecendo colares de flores.



Durante o mês de fevereiro, os habitantes da ilha realizam comemorações em homenagem aos antepassados, exibindo sua cultura e tradição. Na oportunidade também acontece a eleição do Tangatamanu, o Homem-Pássaro. É nesse período que Rapa Nui recebe grande parte de seus visitantes.

Apesar de todo estudo já feito na região, os Moais da Ilha de Páscoa continuam sendo um dos maiores mistérios do planeta Terra.

Repórter toma multa quando estava ao vivo na TV

Os marronzinhos da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) de Santa Mônica, na Califórnia (EUA) talvez sejam até mais implacáveis do que os de São Paulo.

Eles não perdoam nem repórteres que estão ao vivo na televisão. Gayle Anderson fazia uma reportagem sobre o carro ideal para uma viagem quando uma guarda começou a multar os carros estacionados.

Tudo foi filmado. A cada multa de US$ 50 (cerca de R$ 93) a guardinha destacava uma folha do seu bloquinho e continuava sua tarefa implacável.

A repórter até tentou argumentar com a guarda que tinha pago a permissão para deixar os carros ali mas, como a mulher-multa não deu muita bola, a jornalista levou o fato na esportiva.

Assista ao vídeo, em inglês:
(Do R7)