domingo, janeiro 31, 2010

Quando bate aquela fome...












Você sabe o que é um ciberviciado?

Ciberviciado é o nome que é dado a uma pessoa que é ou está se tornando viciada pela internet. Muitas vezes, quando pronunciamos a palavra "vício" logo pensamos o que a maioria das pessoas pensa como vícios em drogas, álcool e etc. O que vamos tratar aqui é sobre o vício também - só que pela internet.

Para poder reconhecer uma pessoa que pode estar viciada em internet, basta verificar seu comportamento, ou seja, se ela fica muito tempo em frente ao computador, se deixa de cumprir seus afazeres para ficar em frente ao computador, se fica muito nervoso e irritado se alguém tenta "colocar a mão" em seu PC.

Segundo especialistas, 6% a 10% das pessoas sofrem deste mal, que também pode ser chamado de "compulsão à internet" e pode afetar também familiares e amigos, fazendo com que ocorra o stress.

O vício pela internet pode ser classificado em vários outros vícios, como por exemplo:

Fotobisbilhotice: acessar álbum de pessoas que jamais viu na vida.

Blog-indiscrição: expor segredos pessoais que deveriam ser mantidos em sigilo.

Chicletepod: são pessoas que gostam muito de músicas antigas e navegam na internet em busca de conhecê-los mais.

Ego-navegação: pessoas que sempre buscam saber sobre ocorrências, ou seja, pesquisam em seu nome ou no nome de outra pessoa e verificam se há alguma passagem pela polícia.

Blackberrymania: pessoas que o tempo todo verificam o blackberry (aparelho que armazena fotos, vídeos e etc.).

Google-espionagem: pessoas que espionam a vida de outras pessoas pela internet.

Cibercondria: pessoas que não vão ao médico e procuram diagnósticos de suas doenças pela internet.

Wikipedimania: é uma pessoa que é viciada em um site de pesquisa que é chamado de Wikipedia.

Sendo assim, pessoas que sofrem deste mal, têm de procurar um médico e pedir ajuda para que um tratamento seja realizado.

Fonte: Colégio Web.

Lula mantém agenda intensa

Os misteriosos lagos do deserto

Invenções para todos os gostos

Le Parkour, uma animação retratando o esporte, confira no video

Um animador encontrou uma forma inusitada de praticar Le Parkour. Ele resolveu fazer um vídeo com desenhos e pedaços de papel retratando o esporte, caracterizado pela transposição de obstáculos utilizando o impulso do próprio corpo e sem o uso de equipamentos.

Melhores vídeos de 2009

sábado, janeiro 30, 2010

Ao brincar de Deus, Lula se dá conta de que é mortal

As piadas, como as ideologias, são moldadas pelo tempo. Corre em Brasília uma dessas anedotas velhas que as circunstâncias se encarregam de ajustar.

O presidente saía do banho. Trazia uma toalha amarrada na cintura. A caminho do closet, deu de cara com uma camareira do Alvorada.

Súbito, o nó que prendia a toalha se desfez. E o pedaço de pano que lhe protegia as vergonhas foi ao solo. A camareira arregalou os olhos: “Óhhhh! Meu Deus!''.

E o presidente, com ar de indisfarçável superioridade: “Sim, sim, companheira. Mas pode me chamar de Lula”.

Na última quarta-feira, falando para uma platéia de pernambucanos amistosos, Lula discorreu sobre algo que lhe causa jucunda satisfação.

“Vocês estão lembrados, o orgulho que eu tenho, quando o FMI chegava aqui no Brasil humilhando o governo brasileiro...”

“...Já descia no aeroporto, dando palpite, dizendo o que a gente tinha que comprar, o que a gente tinha que vender, o que a gente tinha que estatizar...”

“...Agora quem fala grosso sou eu. Porque, se antes era o Brasil que devia ao FMI e ficava que nem cachorrinho magro, com o rabo entre as pernas, agora quem me deve é o FMI”.

Vale a pena repetir dois pedaços do raciocínio do presidente. O primeiro: “Agora quem fala grosso sou eu.” O outro: “Agora quem me deve é o FMI”.

Os ouvidos sensatos alcançados pelo lero-lero de Lula viram-se tentados a perguntar: Eu quem, divino presidente? Eu quem, supremo mandatário?

Ora, quem deu o dinheiro que o Brasil borrifou nas arcas do FMI foi a bugrada. Lula apenas o gastou. O Fundo deve aos brasileiros, não a Sua Excelência.

Parece implicância, mas é preciso dizer: Tudo leva a crer que algo de muito errado sucede com a cabeça do presidente da República.

Falta-lhe o parafuso que fixa as sinapses que ligam os neurônios do bom-senso aos da humildade. Lula esforça-se para mimetizar Luís XIV de Bourbon.

O soberano francês foi ao verbete da enciclopédia como autor da frase fatídica: “L’État c’est moi”. Lula o ecoa: “O Estado sou Eu”.

O presidente não gosta da rotina de Brasília. A idéia de acordar, pendurar uma gravata no pescoço e ir ao Planalto para receber, digamos, Edison Lobão o aborrece.

Dono de popularidade alta e de discurso baixo, Lula prefere a eletricidade proporcionada pelas multidões à frieza das audiências individuais.

Sua praia é o palanque. A visão das platéias hipnotizadas o conduz a um plano superior. Agrada-o a sensação de expectadores que o vêem como um Deus.

Lula aceita o papel. Gostosamente. À medida que se aproxima do final, seu governo vai virando um grande comício. Um comício entrecortado por audiências brasilienses.

No caminho para as estrelas, Lula pisa nos tribunais, distraído. Em campanha aberta por Dilma Rousseff, testa os limites da Justiça Eleitoral.

Se o TCU e o Congresso cortam as verbas de obras tisnadas pela irregularidade, o presidente “dá” o dinheiro. Com uma canetada, libera R$ 13 bilhões.

Às favas com os auditores. Que se dane o Congresso. A oposição chiou? São uns “babacas”. Não se opõem ao presidente. São rivais da razão divina.

No discurso de quarta-feira, aquele em que celebrou o fato de que o FMI lhe deve, Lula exagerou. Brincou de Deus.

Inaugurava um posto de saúde em Pernambuco. A alturas tantas, fez uma pilhéria premonitória: “Dá até vontade de a gente ficar doente para ser atendido aqui”.

Adoeceu. Não foi à cama do “seu” estabelecimento. Levaram-no, obviamente, a um hospital de primeira linha, mais condizente com sua condição de presidente.

Lula atravessou uma dessas experiências que dão aos (falsos) deuses a incômoda sensação de finitude.

Foi como se Deus –o autêntico, o genuíno –soprasse nos ouvidos do seu genérico: “Não desperdice a popularidade que Eu te dei. Aproveite o seu tempo...”

“...Celebre os acertos, reveja os erros. Respeite as diferenças. Não apequene sua grandeza. Reaprenda a saborear as delícias da humildade!”

Escrito por Josias de Souza

Teste de memória


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Ou seja, o pobre não vai ao dentista ...

Ei, ei....Me parece fake!

Após susto...

Que vida boa! Pouca preguiça é bobagem!



O gato foi apontado como o oitavo maior dorminhoco do reino animal. Ainda que a ciência não esteja convicta disso, uma coisa ela afirma sem receio: o nosso felino doméstico está, sem dúvida, entre os bichos que mais dormem.Suas horas de sono correspondem a quase dois terços de sua vida. Recentes estudos eletrencefalográficos detalharam: o gato passa 15% do tempo em sono profundo e 50% em sono leve. Os estudos também revelaram que, durante o sono, a sua atividade mental é tão intensa quanto a que mantém acordado. Reforça-se daí a suposição que todos nós já tínhamos: o gato deve sonhar.

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Patinadores sauditas

Mas um perigoso dia de estrada!

O rísco constante de não saber o que pode existir depois da próxima curva.

Piadas para descontrair....

Uma questão de ponto de vista

A interessada aluna pergunta para o professor:

- Mestre, não entendo, mas se um homem transa com várias mulheres, ele é visto como um garanhão. Mas, se uma mulher transa com vários homens, ela é vista como uma vadia. O senhor não acha isto injusto?

O professor faz um momento de silêncio, passa a mão pelo queixo, caminha calmamente de um lado para outro da sala e por fim responde:

- Minha filha, pense nisto da seguinte forma: uma chave que abre várias fechaduras, é uma chave mestra, portanto, uma coisa boa de se ter. Já uma fechadura que pode ser aberta por várias chaves diferentes... bem, isto é péssimo de se ter!


Confissões de um casal português

Maria, no leito de morte, decidiu confidenciar ao Manoel:
- "Manoel, sabes que o nosso filho mais velho não é teu filho?"
Manoel, muito tranquilo, responde:
- "Maria, isto não tem problema algum...
" Maria, muito intrigada com toda a calma do Manoel, indaga-lhe:
- "Escuta ó Manoel!! Vê se entendes! Estou adizer-te que o filho não é teu! Ó homem de Deus!!"
E Manoel novamente responde:
- "Pois, pois... eu entendi, ó Maria."
- "Ai, Jisus!! Por que raios então tu não estás azoado e ficas tão tranquilo?!? !"
Finalmente, Manoel responde:
- "Pois... sabes ó Maria, que este filho não é também teu filho?"
Maria rebate:
- "Como não é meu, ó homem de Deus?
Se eu carreguei o infiliz na minha barriga por nove meses?!"
- "Maria, lembra-te quando tu estavas na meternidade e me
pediste para trocar o menino, porque ele estava todo cagado?
Pois bem... eu o troquei por um limpinho que estava ao lado.

Curiosidades do corpo humano

(clique para ampliar)

Fotos com ótima ilusão de perspectiva

Comparando os aspectos de um mesmo lugar em diferentes épocas.













Caminhão destrói passarela de pedestres na Turquia

Caminhão destrói passarela de pedestres em Istambul, na Turquia. Uma pessoa ficou ferida.

O caminhão trafegava pela rua com a caçamba erguida. Aberta a quase 90 graus, ela era muito mais alta que a passarela, que foi arrastada e totalmente destruída.

Câmeras de segurança registraram o momento do acidente. Uma pessoa, que estava sobre a passarela, ficou ferida.

O tráfego no local foi interrompido até a retirada dos escombros e do veículo acidentado. A polícia ainda não esclareceu o motivo do caminhoneiro andar com a caçamba erguida.

Tudo se resolve com soro na veia

quinta-feira, janeiro 28, 2010

"Kandovan" - Cidade Iraniana esculpida nas rochas

Kandovan é uma cidade troglodita no Irã. As casas esculpidas nas pedras com mais de setecentos anos são ainda habitadas e, como é muito procurada por turistas, tem excelentes hoteis, um dos quais de 5 estrelas. Localizada perto da cidade de Tabriz, no Irã. A Lenda diz que os primeiros habitantes da Kandovan mudaram para lá para escapar dos invasores mongóis, eles cavaram esconderijos na rocha vulcânica e, finalmente, acabou por transformá-los em casas permanentes.
É agora um dos lugares mais populares do Irã.
As principais ocupações dos habitantes da Kandovan são a agricultura e a pecuária.
Um local peculiar e que vale a pena conferir.