quinta-feira, outubro 15, 2009

Blog Action Day 2009

Saúde dos brasileiros pode sofrer impacto com mudanças climáticas do mundo




A saúde da população brasileira pode sofrer impactos com as mudanças climáticas globais tais como o aumento na incidência de malária e dengue.

Pode ainda haver maior suscetibilidade da população a doenças em geral em virtude da possível redução de alimentos provocada pelo clima alterado.

As regiões mais vulneráveis a efeitos na saúde decorrente de tempestades e inundações, são as regiões metropolitanas do litoral que, historicamente, têm apresentado a maior carga de mortalidade, em função de suas características sociais, demográficas e geográficas.

Não só a água em excesso, mas também “a seca prolongada tem o poder de afetar a saúde humana devido aos efeitos da exposição constante à fumaça de queimadas, especialmente na região amazônica”.

Verificou que na América Latina a incidência maior de doenças infecciosas como dengue, cólera, malária e diarréia em função de fenômenos climáticos como o El Niño e de chuvas torrenciais.

Como recomendações para reduzir o impacto das mudanças climáticas globais para a saúde da população urbana estão o aperfeiçoamento do controle das doenças infecciosas de ampla dispersão no país e que sejam sensíveis ao clima e o apoio à investigação científica para a construção de cenários brasileiros de impactos para as próximas décadas. Outro ponto é a ampla divulgação do tema mudança climática junto à população.

O Brasil sofrerá sérias mudanças climáticas nos próximos 50 anos, se não forem tomadas medidas de preservação do meio ambiente, como a redução dos índices de desmatamento e de liberação de gases causadores do efeito estufa.

É essencial, portanto, garantir que as alterações climáticas sejam integradas nas políticas ambientais e de desenvolvimento, de modo a colocar o enfrentamento ao problema – avaliando as vulnerabilidades regionais e a nacional, além da proposição de medidas de adaptação – em um âmbito mais amplo.

Ainda há tempo de evitar os piores impactos das alterações climáticas. Para isso, no entanto, deverão ser tomadas, de imediato, medidas rigorosas de mitigação e adaptação. Diante do cenário já apontado por pesquisadores da área, se mostra ainda mais urgente os esforços nas regiões Norte e Nordeste – com o envolvimento de órgãos especializados do governo federal e estadual, além de universidades e organizações não-governamentais.
(Fonte: internet)

Nenhum comentário: