sábado, agosto 15, 2009

10 coisas que identificam o turista paulista na praia

São Paulo que amanhece trabalhando. São Paulo, a locomotiva do Brasil. Por todo o lado nós paulistanos temos a fama de estressados, workaholics e pessoas que só pensam em trabalhar, até a hora em que surge um feriado ou o momento mágico e deslumbrante das férias. Aí a coisa muda. Ou não? Já sabemos que paulistas são loucos por praia a ponto de lotar as estradas quando de um descanso prolongado ou no verão.

Também é sabido que o Rio de Janeiro é um dos destinos favoritos, então resolvemos consultar alguns cariocas para saber quais são as manias paulistas facilmente identificáveis na praia. Sabemos que muita gente vai xingar, mas o resultado está abaixo:

Paulista leva a casa para a praia: nós chegamos na orla equipados de celular, Ipod, cadeiras (porque homem paulista não põe a bunda na areia), toalhas, esteira, 11 tipos de protetores solar, geladeira com a cerveja, brinquedos das crianças, cartas para jogar truco, bola de futebol, raquetes diversas, bóias e, em alguns casos, o cachorro.

Paulista adora uma fila: seja para comer, tomar sorvete e, a mais famosa em cidades no litoral, comprar o pãozinho matinal, ficar de 30 a 90 minutos na fila parece ser o máximo de divertimento para nós.

Paulista geralmente começa o verão branco e termina vermelho: isso quando não volta com manchas brancas em pedaços do corpo devido ao excesso de protetor solar.

Paulista joga frescobol com bola de tênis: é sério isso. Bola de borracha, nem pensar, mesmo porque quando cai no mar é impossível de se achar.

Paulista consome muito: do camarãozinho no espeto que há 3 dias está tomando sol na barraquinha a "lindíssimas" estatuetas feita de côco e conchas, passando por esteiras de palha e colares hippies, nós compramos de tudo. Só que regateamos o preço, porque sabemos que aquela rede que começa custando R$ 300 vai ser comprada por R$ 25.

Paulista fica estressado até o terceiro dia de féria: é praticamente impossível para o turista de São Paulo relaxar e esquecer o escritório nos três primeiros dias de descanso. Depois ele começa lentamente a relaxar e pensar em alternativas ao trabalho como montar uma pousada na praia ou vender sanduíche natural na areia. No penúltimo dia de férias começa a ficar deprimido porque a folga está acabando e dali a alguns dias tem que pegar no batente de novo.

Paulista viaja no feriado só para se estressar na volta: especialmente no verão, nós adoramos levar cinco horas para rodar 120 km, descansar uns dias, aproveitar até o último minuto de sol na praia para assim enfrentar umas sete horas de congestionamento na volta da capital. Adivinha o resultado? E isso é válido para Campos do Jordão no inverno também.

Paulista vai para a praia e depois reclama da areia no pé: e nesse processo doloroso toca levar minutos preciosos batendo desesperadamente com a toalha no pisante para ver se fica impecavelmente limpo. Isso sem contar uma mania que assusta nossos irmãos cariocas: nós vamos até a beira da água de chinelo e depois tiramos para entrar no mar.

Paulista não deixa de ser paulista em cidades no nordeste ou no Rio de Janeiro: ou seja, precisamos achar urgentemente um shopping (de preferência com cinema). Se tiver todas as regalias em um resort que evite que nos desloquemos para paragens distantes, melhor ainda.

Paulista vai para o Rio de Janeiro e acha que o Corcovado e o Pão de Açúcar são a mesma montanha: apesar de loucos por mapas, guias e agora pelo GPS, os turistas paulistas ainda hoje fazem a confusão. E os cariocas se divertem!

2 comentários:

Anônimo disse...

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Common sense is the collection of prejudices acquired by age eighteen.
wadon17k

Cachito disse...

haha, bem verdade isso. Quem vai pra Riviera de Sao Lourenco comer churros ve como paulista gosta de fila