sábado, março 28, 2009

Humor inteligente

Cheio de Caras e Bocas

Rafinha Bastos fala da irreverência por trás das matérias do "CQC", humorístico da Band.

Se hoje é fácil ligar o nome de Rafinha Bastos à TV, o mérito pertence ao "CQC". No início de sua segunda temporada, o programa exibido pela Band nas noites de segunda-feira transformou o apresentador em rosto conhecido. "Recebi muita proposta para fazer TV e só aceitei essa porque achava que era algo com espírito diferente. Eu só poderia ir para um programa que tivesse a minha cara", conta. Uma cara irreverente e que continua ganhando destaque graças ao humor direto e à contestação política. "Muita gente deve estar assistindo pela primeira vez e teve a oportunidade de ver um programa de qualidade e criativo, dentro da nossa lógica de fazer TV", acredita.

A observação ganha força diante dos números do Ibope: a reestreia do programa, no dia 9 de março, teve média de seis pontos, pico de oito, e colocou a Band em terceiro lugar na audiência. A situação se repetiu na última semana, quando o segundo "CQC" de 2009 esteve no ar. O discurso de Rafinha, porém, está longe de uma comemoração exacerbada pelo bom desempenho. "A gente nem se liga muito nessa coisa de audiência, do fundo do coração", diz ele, com voz serena, referindo-se aos oito integrantes da produção - entre eles, os colegas de bancada Marcelo Tas e Marco Luque.

A missão não é fácil, mas conta com aliados. Além da experiência de quem está à frente das câmeras, Rafinha também destaca o trabalho dos roteiristas. As piadas contadas pelos apresentadores não vêm só da criatividade e a irreverência deles. "A gente tem liberdade para brincar da maneira que quiser. Mas tem muita coisa que precisa ser dita, então tem um roteiro", revela o jornalista.


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O cara que protesta

Não é só de brincadeiras que vive o gaúcho Rafinha Bastos no "CQC". Além de apresentar o programa, Rafinha também é responsável pelo quadro "Proteste Já!” – uma espécie de canal de denúncia para o público. “Ele tem uma lógica diferente dentro do programa. É uma parte mais jornalística, mas acho que o povo gosta da mesma forma”, conta. Não é para menos: o segmento realiza as vontades de muita gente que gosta de ver autoridades sendo cobradas por abusos, excessos e ausências em suas administrações. As sugestões de pauta chegam – e cada vez mais – via correio eletrônico. “As pessoas têm entendido muito bem o que a gente está fazendo ali. É um quadro importante, que tem uma receptividade muito boa”, observa.

A Internet, aliás, é uma companheira do apresentador há priscas eras. Desde 1998, época em que usuários ainda se aborreciam com a lentidão dos serviços discados, Rafinha já disponibilizava vídeos de suas apresentações como comediante. “Se não fosse pela Internet, pela receptividade e pela divulgação ali, não estaria em programa de televisão algum. Ali, eu tive a oportunidade de mostrar o meu humor”, argumenta ele, que recebeu os convites para participar do "CQC" e da série“Mothern” , do canal pago GNT, depois de se tornar conhecido no "YouTube'.

*Com Informações do site O Tempo-Super Notícias

Um comentário:

Nick Ambani disse...

Blog cool.
Gostei bastante do que vi aqui e por isso levei teu banner, o que espero não ser reprovado.
Congratulations.