sábado, julho 19, 2008

Se for verdade..."da licença"

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(via e-mail)

2 comentários:

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Anônimo disse...

Olha esta notícia. Saiu no Jornal SC

Barbeador elétrico assusta polícia no Distrito do Garcia
JÚLIA BORBA

BLUMENAU - Dari Heinrischs chegou em casa sexta-feira à tarde e estranhou que uma mala de viagens estava tremendo na sala. Passou a mão suavemente pela bolsa. Sentiu que no interior tinha uma armação feita com fio metálico. Pareciam cabides, mas a mala não parava de tremer. Ficou assustado. Sem abrir, resolveu erguer a bolsa e levá-la até o muro em frente à casa.

Desconfiado que poderia haver uma bomba dentro da bagagem, o proprietário da casa ligou para os bombeiros. Dari falou da suspeita, mas os socorristas orientaram para que ele ligasse direto para a Polícia Militar.

E foi isso que ele fez. Duas viaturas foram acionadas às 16h40min para ir até a Rua Progresso, no Distrito do Garcia, em frente a uma panificadora. Ao chegar à casa de cor verde e portões de alumínio, os quatro policiais militares cercaram o terreno para que nenhuma pessoa se aproximasse do local. Era uma medida preventiva. Os policiais pediram para que Dari, a esposa e a neta também saíssem da casa. A partir daí, os policiais montaram uma carga de explosivo feito com nitrogênio e água para estourar a mala.

Em poucos segundos, a suspeita de que havia uma bomba dentro da mala foi pelos ares. Após a explosão, os policiais encontraram roupas, cabides de fio de metal e um barbeador elétrico que, mesmo após a explosão, continuava vibrando.

Antes do alívio, o susto tomou conta dos que estavam perto da casa. Com a pressão do estouro, duas janelas da residência quebraram. Segundo Dari, a mala era da filha que chegou de viagem de Brasília na sexta-feira de manhã. A Polícia Militar informou que este é o procedimento de rotina feito em caso de suspeita de bomba. Como ninguém sabia qual o conteúdo da bagagem, foi necessário isolar a área e detonar o material.

- Fiquei assustado porque realmente achei que era uma bomba. Mas a situação foi bastante constrangedora - contou, já aliviado, o proprietário da casa.

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Paul Eduard