domingo, setembro 30, 2007

Deu no jornal


A história que arrepia.

A perícia realizada na fita em que a grávida, Patrícia Cabral da Silva, fornece indícios de que seria cúmplice do assaltante que a feriu com um tiro, mostrou que não houve montagem na gravação. Agora o Instituto de Criminalística do Paraná vai enviar o material para a Polícia Federal em Brasília, onde será feita análise das vozes.

Patrícia estava grávida de 5 meses e trabalhava na lanchonete de um posto de gasolina em Curitiba quando o local foi assaltado. Já com o dinheiro na mão, o assaltante voltou e atirou nela. A bala passou milímetros do feto. Patrícia foi operada e deu à luz a uma menina, Angelina. Depois do nascimento é que o assaltante contou que a própria Patrícia participou do assalto e pediu que fosse atingida por um tiro.

Cada vez mais, é uma história de arrepiar.

Folha de Londrina

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